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Por Que Prototipar?

Fizemos esse vídeo curtinho no Powtoon para tratarmos de um tema muito importante, a prototipação. Vale a pena investir tempo e recursos em processos de prototipação? Por que? clique na imagem ao lado, esperamos que gostem. 

O Planejamento Estratégico Como Desafio Criativo

No último mês tivemos uma experiência bastante significativa daquilo que temos discutido e "defendido" no Résdesign a respeito das contribuições que as linguagens visuais e o design podem trazer para o esforço de inovação em serviços, processos ou produtos. O desafio foi o de auxiliar um grupo de shopping centers na construção do seu planejamento estratégico, objetivando potencializar a cultura colaborativa, como meio de busca por soluções inovadoras e, ao mesmo tempo, com o mesmo fim na inovação e na busca por resultados, exercitar uma maior autonomia de ação da equipe. De senvolvemos para esse fim uma Jornada de Cocriação e Planejamento Estratégico Aqui vemos o grupo executando a ferramenta "Partitura Cromática", desenvolvida por Résdesign para análise de cenários por meio de deslocamento de linguagens e recursos de visualidade.  Para planejar, os participantes dispunham de muito post-it, tinta gauche e nenhuma planilha. ...

Moda, Multidão e Regime Estético (Parte I)

Lidewij Edelkoort e o Fim da Moda Como Discurso Hegemônico                      Por Guido Conrado https://br.pinterest.com/pin/329185053994699780/ Lidewij Edelkoort, uma importante "influencer" da moda, ao escrever seu "Anti_Fashion - a manifesto for the next decade", apresenta, com "nostalgia", a percepção de que algo na moda parece ter morrido. Alguma coisa de muito séria parece ter acontecido com a moda, para que ela tenha deixado de ser o grande vetor de mudanças sociais que fora ao longo dos séculos XIX e XX. Li, como é chamada, traça um "diagnóstico" dos equívocos cometidos pelas escolas de moda, pela indústria, etc., e que teriam "afastado" sua produção do "gosto" e dos "desejos" imediatos de consumo nos dias de hoje, mas também feito com que a moda perdesse aquela capacidade de ditar os comportamentos, ou, como diria Walter Benjamin, farejar o novo (BENJAMIN, 2007). A ...

Criatividade pra que? Pra quem? Por que?

PROCESSOS CRIATIVOS PARA MODA, DESIGN E O RESTO DA VIDA Sobre processos criativos ... tudo VIVO, em PROCESSO, acontecendo, rápida e simultaneamente ...                                        AQUI e AGORA ...sobrevivemos graças à CRIATIVIDADE, com ela resolvemos problemas,evoluímos como ESPÉCIE, superamos LIMITES, vamos à LUA... ela nos permite viver no COLETO e de modo COLABORATIVO. Pq Moda e Design? pq são atividades CRIATIVAS. pq suas PRODUÇÕES POVOAM o COTIDIANO, pq estão PERTO de nós, em nossos CORPOS. pq produzem, BELEZA                                  pq AMAMOS moda e design E o resto da vida? ...

O Processo Criativo É uma Coisa de Louco

Imagem retirada do site: https://www.upcyclist.co.uk/2015/08/wearable-art-by-viktor-rolf/ Quando alguém "perde a razão" numa briga, está louco ou age de maneira absurda, frequentemente dizemos dessa pessoa que ela está "fora de si”. A tradição ocidental elegeu a razão como sendo o mais íntimo, mais próprio da existência de uma pessoa. É supostamente por meio da razão que o homem pode operar um verdadeiro conhecimento das coisas e é também pela razão -  pelo menos desde Descartes - que o homem experimenta de modo mais profundo sua existência - “penso, logo, existo”. É nesse sentido que sair de si se torna o correlato da perda da autoconsciência e, por extensão, da razão. Todos nós queremos cada vez mais empreender nosso “autoconhecimento" e, sobretudo, adoramos ter razão, não importa a respeito do que. De outro lado, porém, a expressão “pensar fora da caixa” tornou-se muito corrente nos meios acadêmicos , bem como no mundo dos negócios, sobr...

Aprendizado Como Processo de Prazer

foto retirada do evento modos do pensar - Moda, Design e Educação Há alguns anos temos enfrentado uma questão no RésDesign que é pensar sobre "porque os projetos pedagógicos dos cursos de artes, moda e design, não são pensados eles próprios como "produtos" de Design. É estranho perceber que esses cursos tenham se apropriado da matriz cognitiva dos cursos tradicionais e (simplesmente) substituído cálculo 1, por exemplo, por desenho 1 (numa simplificação radical da questão - é claro que não foi exatamente assim que aconteceu). Mas, de fato, as escolas de artes, moda ou design não romperam com a maneira de pensar a relação ensino/aprendizado e não possibilitaram que as variáveis do projetar, tão propagadas por nossos discursos de professores, i nterferissem no seu "produto final", ou seja, no projeto pedagógico do curso. Na prática, as aulas permanecem exposições de conteúdos, quase palestras, tal como nos cursos de direito ou engenharia...